
Em discurso feito no Congresso argentino durante a abertura da sessão ordinária, o presidente Nestor Kirchner, fez o balanço de seus quatro anos de gestão.
Antes, previa-se que Kirchner falaria do avanço na área econômica e da redução do desemprego no país. Porém, o mandatário argentino foi além. Atacou o Fundo Monetário Internacional (FMI) e defendeu o estreitamento das relações com a Venezuela.
Segundo ele, desde o início de seu governo não existe mais a "Ditadura do FMI".
Kirchner começa a dar mostras de que jogará duro com os EUA, não para confrontá-lo, mas para atraí-lo.
Sabe que o melhor para si e para a Argentina é estar do lado norte-americano, mas precisa de uma aproximação concreta do governo dos EUA.
Não está aceitando ter ficado de fora do tour que o presidente Bush realizará a partir de 8 de março pela América Latina.
Também não poderá permitir que o Brasil e o Uruguai sejam tratados de forma diferenciada pelo norte-americano e a Argentina não receba alguma compensação.
Dificilmente, com seu tino político, arriscará fichas numa Venezuela que começa a dar mostras de que sua política econômica começa a atingir o limite.
(Equipe Arko América Latina – americalatina@arkoadvice.com.br)
4 comentários:
Thiago: No creo que puedas sacar como conclusion del discurso de Kirchner su aproximacion con USA.
Si te interesa, aquí mi analisis y resumen sobre el discurso.
Sine Metu,
Concordo com você. No entanto, para está avaliação, levei em consideração todo o comportamento de Kirchner anterior ao discurso para poder tirar uma conclusão do que ele disse.
Obrigado pela visitar ao blog!
Abraço - Thiago
Um adendo: Chávez agendou visitas aos países que não foram contemplados pela agenda de George W. Bush, entre eles a Argentina. A idéia é afrontar a presença do presidente norte-americano na região. Bienvenido al Mercosur!
Sophia!
Muito obrigado pela contribuição. Foi uma colocação muito interessante e me ajudará bastante em outra análise que estou fazendo.
um grande abraço,
Thiago
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