
A eleição presidencial na Argentina, marcada para o dia 28 de outubro, que tem o atual Presidente Néstor Kirchner como franco favorito poderá ter surpresas. Isso poderá ocorrer, pois o mandatário teve que demitir o chefe de uma agência reguladora acusado de suborno em obras públicas.
Além disso, Kirchner teve que pedir a renúncia do governador de Santa Cruz (sua província natal) por causa de uma greve dos professores que gerou manifestações violentas. Com esse cenário, analistas acreditam que o atual presidente vive o seu pior momento no comando da nação.
Assim, uma eleição que era considerada fácil para o kirchnerismo, pode ter uma alteração e tornar-se bastante disputada. Por sua vez, a oposição quer aproveitar as denúncias de soborno nas obras públicas para desconstruir uma das bandeiras do atual presidente.
Néstor Kirchner tem se destacado, nos últimos meses, pelo grande volume de obras que estão sendo realizadas no país. Ao que tudo indica, a oposição usará essas denúncias para tirar votos do candidato governista (seja ele Nestor ou Cristina).
Fica a incógnita se o eleitor argentino dará mais importância à política econômica do governo que melhorou seu padrão de vida, ou irá repensar seu voto em função das denúncias de corrupção.
(Equipe Arko América Latina- americalatina@arkoadvice.com.br)
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